Celebrar 30 anos é reconhecer uma trajetória construída com consistência, evolução e parceria.
Ao longo dessas três décadas, a Discover esteve ao lado de empresas que buscam crescer, inovar e transformar seus negócios com tecnologia.
Mais do que uma empresa, somos pessoas construindo juntos uma jornada de crescimento contínuo. Agradecemos a todos que fazem parte dessa história! 💚
Autor: Felipe Amorim
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Os 30 Anos da Discover
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O aftermarket já mudou!
No aftermarket, digitalização já não é pauta futura. É pressão competitiva do presente.
Nos últimos meses, uma frase tem se repetido:
a demanda já mudou, mas a operação ainda não acompanhou.
Distribuidores, varejistas e oficinas estão cada vez mais acostumados a resolver tudo com poucos cliques, comparar preços, checar disponibilidade, repetir pedidos. Esse padrão veio de fora do setor e elevou a régua para todo mundo.
E o mercado já reflete isso.
Canais digitais avançam, o e-commerce B2B cresce e a exigência por agilidade e previsibilidade na reposição só aumenta.
Não é mais um movimento isolado. É estrutural.
A discussão, então, mudou.
Não é mais sobre ter ou não ter e-commerce.
É sobre o quanto o modelo comercial consegue operar bem nesse ambiente.
O lançamento do novo e-commerce da Nakata, empresa da Randoncorp, mostra isso na prática. Não foi tratado como vitrine ou projeto paralelo, mas como parte da operação, preparado para volume, complexidade e jornada fluida para o cliente profissional.
É esse tipo de movimento que começa a separar dois grupos: quem ainda adapta o digital ao processo atual e quem está redesenhando o processo para competir melhor.
E essa diferença aparece rápido.
Para quem atua no aftermarket, a pergunta é direta: o canal digital já influencia seu resultado ou ainda depende de exceções para funcionar? -

A Discover no SAP Partner Summit 2026
A Discover esteve em Las Vegas acompanhando de perto o SAP Partner Summit Americas, e temos uma percepção bem clara do nosso COO, Julierme Arrais: A estratégia passa por conectar dados, IA e CX para que tudo funcione de forma integrada.
No B2B, isso fica ainda mais evidente. O digital precisa fazer parte da operação comercial, com self-service 24×7, portais conectados e jornadas mais simples. Afinal, por trás de um comprador existe um CPF que também compra como consumidor e espera uma experiência similar ao B2C.
Porque, no fim, não é sobre tecnologia por si só. É sobre integrar tudo e gerar resultado. E isso exige mais do que discurso. Exige ser, de fato, uma empresa customer centric.
A provocação é simples: se você fosse seu cliente hoje, sairia satisfeito com a experiência de compra?
A comunicação que você receberia, campanhas, e-mails e interações, realmente faria sentido ou seria só mais ruído?
Estaria conectada ao seu histórico ou continuaria genérica?
Se precisasse de atendimento, você resolveria com facilidade ou enfrentaria fricção, repetição e demora?
As jornadas seriam, de fato, omnichannel ou apenas canais desconectados?
As informações estariam acessíveis de forma simples ou ainda dependeriam de esforço?
Dados, IA e integração trabalhando em prol de uma jornada que respeita aquilo que temos de mais valioso: o cliente!